Hallux Makenzo

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Muito se fala hoje em dia de quem é o melhor, quem é o pior, se este dj é bom ou se é mau. Na minha opinião e, penso que na de toda a gente, os gostos são relativos e sempre muito pessoais. Por isso os djs deverão ser contratados não pelos galardões que conquistam (muitos deles discutíveis) mas única e exclusivamente pela qualidade e estilo musical que possuem.
A gerência deverá eleger o dj convidado de acordo com a sua casa e as sonoridades que nela debitam, em simbiose com o estilo musical próprio do convidado. Existem basicamente quatro tipos de deejays de house em Portugal – o comercial, o elitista, progressivo e os fenómenos que têm o seu próprio estilo e as casas só pela sua presença enchem com qualidade, como é o caso do Vibe, Pete tha Zouk e Rui Vargas. Sendo assim, é uma questão de bom senso, quer por parte do agente, quer por parte do promotor, informar ao dono do estabelecimento o tipo de música que o seu dj tocará e, claro se adequa à casa.
Se o objectivo de uma contratação for presentear os seus clientes com uma noite diferente do habitual então o patrão/gerente terá que assumir essa aposta e deixar o dj convidado trabalhar à vontade e não colocar entraves nem exigências na sua actuação.
Aqui fica o meu top 3, com os meus djs nacionais preferidos de momento que aconselho vivamente para presentear com muita qualidade as noites nas melhores pistas em Portugal.
Djs Elitistas:
King Bizz, Miguel Rendeiro e Pedro Tabuada
Djs Progressivos:
Carlos Manaça, Frank Maurel e Miss Sheila
Djs Comercias:
BodyTalk, United Friends, Sexy Sound System e
Hallux, claro!

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